sábado, 10 de dezembro de 2011
É sempre tempo
Eu não quero passar por isto outra vez. Já chega, odeio que me tirem alguém assim. Muito menos uma pessoa que não merece passar por isto, não merece! Pelo contrário merece tudo do bom e do melhor, apenas pela excelente personalidade que tem. Uma pessoa com os seus defeitos, sim, mas que estes a tornam única, é única porque segura o seu sorriso até em situações difíceis como esta. Desde sempre . Por muito que seja a distância, nunca vou esquecer todos os nossos momentos, nem mesmo as nossas zangas. Tenho saudades, e estas férias quero estar contigo :)) Um beijo princesa, torço por ti todos os dias. Muita força *
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Já pensei tentar ser auto-suficiente.. não precisar de ninguém para estar emocionalmente estável, e por momentos pensei que seria capaz. Mas depois repensei, quem não arrisca não tem surpresas, sejam elas boas ou más. Estas pequenas "surpresas" é que marcam a nossa vida.. pontos altos e baixos de emoção. Quem não se lembra da data do nascimento do filho, ou da perda de alguém querido? São estes acontecimentos que fazem o que somos. Tornam-nos fortes, invencíveis, capazes de fazer o que nunca pensamos sermos capazes de fazer.
Eu não sou emocionalmente estável, nem muito menos auto-suficiente. Contudo eu digo que sou feliz, mas nunca o sou a 100% permanentemente. Serei a única?
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Canção
Pus o Meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar.
Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre dos meus dedos
colore as areias desertas.
O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...
Chorarei quanto for preciso,
para fazer que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.
Depois, tudo estará perfeito:
praia lisa, águas ordenadas;
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.
Cecília Meireles, Obra Poética, volume único,
Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1983
P.S.: meu sonho ainda está por desaparecer.
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